Os 9 maiores problemas no Poder Judiciário segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
Postado em 29. jun, 2009 por João Rodholfo em Notícias
O Poder Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho Nacional de Justiça, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4, 5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou os nove maiores problemas do poder judiciário e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Poder Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
O que você achou? Estes são realmente os maiores problemas do Poder Judiciário ou o Conselho Nacional de Justiça esqueceu de algo?
O Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4,5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou nove problemas e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
O Poder Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho Nacional de Justiça, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4, 5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou os nove maiores problemas do poder judiciário e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Poder Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
O que você achou? Estes são realmente os maiores problemas do Poder Judiciário ou o Conselho Nacional de Justiça esqueceu de algo?
O Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4,5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou nove problemas e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
O Poder Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho Nacional de Justiça, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4, 5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou os nove maiores problemas do poder judiciário e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Poder Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
O que você achou? Estes são realmente os maiores problemas do Poder Judiciário ou o Conselho Nacional de Justiça esqueceu de algo?
O Judiciário brasileiro possui muitos problemas, porém há algum tempo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apesar de liderado por um presidente controvertido, realiza uma verdadeira cruzada pela moralização, boa gerência e eficiência dos magistrados e tribunais.
Talvez dos problemas existentes três sejam os maiores pesadelos do Conselho, isto é, superfaturamento, engavetamento (morosidade) e corrupção. Quando a morosidade sabe-se que existem casos de processos simples, como uma investigação de paternidade que demoram 4,5 ou mesmo 6 anos para alcançarem sua fase final; no que diz respeito a corrupção são vários os exemplos de participação de magistrados, desembargadores, promotores e advogados em esquemas de lavagem de dinheiro, desvio de verbas públicas ou mesmo vendas de sentenças.
Porém, nos últimos dias ganharam destaque os gastos com as construções das sedes dos Tribunais brasileiros, que parecem até fazer uma competição para ver quem faz o prédio mais luxuoso, mais tecnológico, maior e mais caro. Construções como a da nova sede do TRF1 prevêem nove banheiros coletivos de 800 metros quadrados, boxes para massagem de 60 metros quadrados e setor de lojas com 200 metros quadrados; o CNJ embargou a obra em maio até o presidente do referido tribunal Jirair Migueriam apresente um projeto mais econômico.
Nesse cenário, o CNJ listou nove problemas e apresentou algumas soluções, vejamos:
1- Superfaturamento: várias obras tinham o custo do metro quadrado acima do mercado, algumas em 365%, como foi o caso do Fórum de Teresina, no Piauí. Fraude combatida.
2- Empreguismo: combate às nomeações políticas nos tribunais. Em 2008, foram negadas as criações de 1.288 vagas. Economia de R$ 100 milhões.
3- Engavetamento: Há mais de 70 milhões de processo tramitando na Justiça. A meta é julgar ainda este ano 23 milhões.
4- Incompetência: Os juízes não acompanham os processos dos presos. Agora, o tempo de pena dos detentos será monitorado por computador.
5- Corrupção: Magistrados que dão sentenças privilegiando a si ou a pessoas que fazem parte de esquemas de quadrilhas são investigados.
6- Prevaricação: Vários juízes que não tomam providências para corrigir distorções e demoram para julgar sentenças. O CNJ fez um mutirão e libertou 2,5 milhões presos economizando 30 milhões.
7- Má Gestão: Faltam concursos públicos para titulares de cartórios. Há escrituras sem assinaturas e livros em estado degradante. Mais de cinco mil funcionários foram contratados sem concursos.
8- Banco de Dados: O CNJ está criando um cadastro de menores em conflito com a lei para controle socioeducativo. Foi criado um cadastro de adoção, para que uma pessoa adotar um menor de outro Estado.
9- Privilégio: Em seis anos de governo Lula, o orçamento para o Judiciário aumentou 168%. A Justiça consome R$ 32,5 bilhões por ano.
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