Advogado Assassinado na Paraíba – PM pode estar envolvido.
Postado em 30. jan, 2009 por João Rodholfo em Notícias
A polícia civil acredita que o sargento da Polícia Militar da Paraíba Inácio Flávio Pereira teria contratado dois matadores de aluguel para assassinar o advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, morto a tiros no último sábado (24/1) em uma casa de veraneio na praia de Pitimbu (Paraíba).
Membro da seccional Pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil, o advogado havia sido testemunha na CPI que investigou grupos de extermínio no Nordeste. A Polícia acredita que o crime tenha sido motivado por vingança. Segundo a polícia, testemunhas da cidade de Itambé, onde o advogado morava, afirmaram que o PM ameaçava a vítima.
Após ter sido denunciado por Mattos, o militar passou cerca de cinco anos preso e depois foi posto em liberdade.
A OAB pede que as investigações do crime fiquem a cargo de um delegado federal e seja julgado pela Justiça Federal. O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE), de quem Manoel foi assessor, também pede a federalização do crime.
O pedido já foi entregue ao ministro da Justiça, Tarso Genro, durante encontro realizado em Brasília. Ferro solicitou ainda que a família do advogado pernambucano seja incluída no programa de proteção a testemunhas do Governo Federal.
alterado -->P.S. Na qualidade de advogado, fico indignado com certas coisas que acontecem nesse país. Primeiro, é a forma que a profissão é tratada na televisão (principalmente nas novelas da Globo), não tem um folhetim que exalte a honestidade, honradez e presteza dos profissionais, da China a Índia são todos corruptos e ignorantes e, quando retratam um bom profissional, esse normalmente é mal sucedido financeiramente. Segundo, é quando um nobre colega é brutalmente assassinado por denunciar esquemas de corrupção e abuso de poder, pouquissímo é falado e veiculado.
Assim, por mais que bons profissionais existam a péssima imagem sempre permanece.
A polícia civil acredita que o sargento da Polícia Militar da Paraíba Inácio Flávio Pereira teria contratado dois matadores de aluguel para assassinar o advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, morto a tiros no último sábado (24/1) em uma casa de veraneio na praia de Pitimbu (Paraíba).
Membro da seccional Pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil, o advogado havia sido testemunha na CPI que investigou grupos de extermínio no Nordeste. A Polícia acredita que o crime tenha sido motivado por vingança. Segundo a polícia, testemunhas da cidade de Itambé, onde o advogado morava, afirmaram que o PM ameaçava a vítima.
Após ter sido denunciado por Mattos, o militar passou cerca de cinco anos preso e depois foi posto em liberdade.
A OAB pede que as investigações do crime fiquem a cargo de um delegado federal e seja julgado pela Justiça Federal. O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE), de quem Manoel foi assessor, também pede a federalização do crime.
O pedido já foi entregue ao ministro da Justiça, Tarso Genro, durante encontro realizado em Brasília. Ferro solicitou ainda que a família do advogado pernambucano seja incluída no programa de proteção a testemunhas do Governo Federal.
P.S. Na qualidade de advogado, fico indignado com certas coisas que acontecem nesse país. Primeiro, é a forma que a profissão é tratada na televisão (principalmente nas novelas da Globo), não tem um folhetim que exalte a honestidade, honradez e presteza dos profissionais, da China a Índia são todos corruptos e ignorantes e, quando retratam um bom profissional, esse normalmente é mal sucedido financeiramente. Segundo, é quando um nobre colega é brutalmente assassinado por denunciar esquemas de corrupção e abuso de poder, pouquissímo é falado e veiculado.
Assim, por mais que bons profissionais existam a péssima imagem sempre permanece.
A polícia civil acredita que o sargento da Polícia Militar da Paraíba Inácio Flávio Pereira teria contratado dois matadores de aluguel para assassinar o advogado Manoel Bezerra de Mattos Neto, morto a tiros no último sábado (24/1) em uma casa de veraneio na praia de Pitimbu (Paraíba).
Membro da seccional Pernambucana da Ordem dos Advogados do Brasil, o advogado havia sido testemunha na CPI que investigou grupos de extermínio no Nordeste. A Polícia acredita que o crime tenha sido motivado por vingança. Segundo a polícia, testemunhas da cidade de Itambé, onde o advogado morava, afirmaram que o PM ameaçava a vítima.
Após ter sido denunciado por Mattos, o militar passou cerca de cinco anos preso e depois foi posto em liberdade.
A OAB pede que as investigações do crime fiquem a cargo de um delegado federal e seja julgado pela Justiça Federal. O deputado federal Fernando Ferro (PT-PE), de quem Manoel foi assessor, também pede a federalização do crime.
O pedido já foi entregue ao ministro da Justiça, Tarso Genro, durante encontro realizado em Brasília. Ferro solicitou ainda que a família do advogado pernambucano seja incluída no programa de proteção a testemunhas do Governo Federal.
alterado -->P.S. Na qualidade de advogado, fico indignado com certas coisas que acontecem nesse país. Primeiro, é a forma que a profissão é tratada na televisão (principalmente nas novelas da Globo), não tem um folhetim que exalte a honestidade, honradez e presteza dos profissionais, da China a Índia são todos corruptos e ignorantes e, quando retratam um bom profissional, esse normalmente é mal sucedido financeiramente. Segundo, é quando um nobre colega é brutalmente assassinado por denunciar esquemas de corrupção e abuso de poder, pouquissímo é falado e veiculado.
Assim, por mais que bons profissionais existam a péssima imagem sempre permanece.
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